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Há algum tempo não abordo neste blog temas relacionados a Psique ou a Psicologia, apesar de ter tido momentos onde tinha muito a dizer, mas pelo fato de não ser uma profissional dessa área, abstive-me desse tipo de escritos, deixando este blog um pouco abandonado. Porém como amante da sabedoria, não só a psicologia, mas tudo que envolve a vida e seus mistérios, o próprio pensamento em si, não posso deixar de escrever sobre minhas próprias experiências e terminar por reprimir esse meu impulso pela escrita. Então, reinicio da mesma forma como quando inaugurei este blog, dizendo que ele continue sem qualquer pretensão de ser dono de qualquer verdade, além da minha mesmo, e que se ele servir a outras pessoas em suas próprias experiências e questões sobre a vida, será para mim algo de muita satisfação e de um valor muito grande poder compartilhar.
Como falei da psicologia, é sobre ela que gostaria de recomeçar. Na verdade, levantar algumas questões em torno do seu foco central, os complexos, ou mais especificamente o Complexo de Édipo.
O Complexo de Édipo é o maior, se não o único, na minha opinião, material de análise. E explico. O amor envolve todas as questões humanas. E se formos a fundo em qualquer tipo de patologia psíquica, ele sempre estará lá como a última instância. A psicologia aborda o Complexo de Édipo, até onde é do meu conhecimento, em torno das relações desde a infância, passando por pai, mãe e sequencialmente as relações do indivíduo com o mundo em sua volta, em geral, nas suas relações amorosas. Claro, geralmente quando alguém procura um profissional dessa área é porque provavelmente ou está insatisfeito em suas relações, ou traz em si algumas questões mal resolvidas da infância, gerando algum tipo de insatisfação consigo mesmo, ou em casos extremos, as supostas patologias. Isso não é nenhuma novidade.
O que eu quero acrescentar neste texto, inicialmente, já que este assunto pode ser tão extenso, é que não se pode ignorar o conteúdo central do que seja este complexo: O Desejo pelo pai e o desejo pela mãe.  Não se pode ignorar diante este Complexo, o envolvimento do indivíduo na sua inter-relaçao com o amor e o poder, como também não se pode ignorar  a existência do Incosnciente coletivo. Se Deus é a imagem mais elevada que carregamos do que seja o Pai, assim como no inconsciente coletivo, a imagem do que seja o masculino e o feminino, o Céu e a Terra, por exemplo, ou o pensamento e os sentimentos também, de uma certa forma, se pensarmos na realização total do indivíduo. Então no tocante ao tratamento de psicopatologias devemos considerar a Fé, como sendo uma energia que também envolve este complexo, obviamente, já que num microcampo, a fé em si mesmo é também algo que envolve a segurança de qualquer indivíduo.
Compreendo que não se pode iniciar a exploração de um universo individual com um olhar macroscópico, mas também este não pode ser desprezado. E isso é hoje um grande problema na psicologia, pois acabam reduzindo o Complexo do Amor ao microcampo dos desejos sexuais e o envolvimento das projeções na figura do pai ou da mãe, e assim extraindo completamente da análise, a influência do Inconsciente coletivo.
O Inconsciente coletivo, assim como o mundo das idéias e seus conteúdos arquétipos são fundamentais para uma compreensão do indivíduo na sua totalidade, não somente uma totalidade psíquica, como na individuação, mas sua totalidade com a compreensão ou integração também espiritual,  para uma solidificação da sua fé, que consequentemente está associada a segurança de si mesmo.
O resgate da inocência não é somente um desejo de voltar aos primórdios da infância, mas um desejo de realização, de felicidade que todos nós carregamos, e  que nos dar a leveza trazendo a espontaneidade da infância.
A espontaneidade não necessariamente está associada a um desejo sexual reprimido, mas quase sempre estará associado ao poder, às vontades, ao desejo de poder, que mais uma vez nos leva a Eros. Por isso mesmo, defendo a certeza de que libido não é um simples trato em relação a sexualidade, mas em relação ao desejo no seu mais profundo significado, a vontade.  É por este motivo que uma religião, na figura de um padre, por exemplo, consegue tratar um indíviduo em problemáticas profundas, como dependência de drogas, desvios de conduta ou comportamento, as vezes muito melhor do que um psicólogo ou um psiquiatra, a fé consegue trazer milagres na vida de um indivíduo, enquanto a psicologia rasteja por alguns resultados. A vontade de Deus, como a vontade do pai. Ou seja, a vontade num aspecto geral. E isso não se trata de moralidade, se trata de segurança no mundo e a aceitação de cada um diante si mesmo e suas próprias experiências de vida. É a compreensão e a adaptação  de cada um diante o todo que o envolve. E quando falo em adaptação sugiro aqui a própria alquimia do indivíduo.
Ainda tenho muitos pontos a  falar deste complexo, mas prefiro fazer essas outras abordagens em outros textos.

O tempo sou eu, fora de mim é presente, passado e futuro.

Deus é  o universo, o Todo, forma e conteúdo unidos numa verdade. No cristianismo conta a a história de que Deus criou Adão e Eva da costela de Adão. Adão, a forma masculina, a forma do pai, a verdade. Eva, tirada da costela de Adão representa o feminino, a razão contida na verdade e o seu conteúdo o amor. A costela porque Eva, o feminino corresponde ao ar, aos pulmões, a respiração. A contração e a Expansão, o movimento respiratório, o movimento psíquico.
Na história de Adão e Eva, Eva comete o pecado, morde a maçã. A maçã, o fruto da árvore da sabedoria, representa a libido e o desejo, ao morder a maçã, Eva comete o pecado porque toma pra si o poder. A libido a energia que nos move, seres humanos, é a energia que nos movimenta, movimenta na razão, nos dar sentido e o poder sobre si mesmo. Eva ao morder a maçã na verdade é uma história análoga ao mito de Quiron, na mitologia grega. Deus, o todo, forma e conteúdo dentro da psique, é Quiron. Quando quiron dá a vida a prometeu dá a imortalidade a um humano. Da mesma forma que Eva ao morder a maçã, ganha o poder sobre si mesmo. Adão a forma, constrói seu conteúdo a partir daquilo que lhe foi tirado na costela, sua ânima, seu conteúdo. Eva, constrói sua razão para dar forma a verdade a Deus. Quiron, parte superior humana, a mente, a sabedoria através da razão. As asas representa o amor sublimado, e as patas de cavalo, a libido, a forma que contém o poder do desejo. Porém o movimento de Quiron são suas asas e suas patas, ou seja, o amor comanda o desejo. Ou o amor comanda o movimento da psique, e nesse movimento, é que quiron, parte superior, constrói sua razão e seu saber.
A interpretação cristã associando o pecado de Eva ao sexo, transforma a forma feminina em dois padrões de ânima: Ou uma ânima puta ou uma ânima serva. Puta porque a mulher sente desejo e ao refletir seu desejo na crença distorcida sobre o “pecado”, ela se separa em duas: uma que segue seus desejos sexuais, e a outra que serve ao amor. Este é o mal do século, os extremos de Eva.

Reflexões

Os olhos são como duas lanternas, e focam guiados pelo desejo.
Podem responder diferente, dos maiores aos menores apelos dos sentidos, mas o foco sempre está nas mãos do desejo.

Esse foco é uma idéia, que é uma imagem, uma imagem que é um espelho refletindo a luz de si mesmo, nos outros e em você mesmo.
Suas vontades ou desejos têm as imagens formadoras de você mesmo, porque simplesmente elas refletem você.  E quando você percebe que é você, o que acontece com a dissolução dessa imagem, que tem energia e significados, não alteraria os focos?
Elas, as imagens, são criadas em co-participação. E quando inseridas nessa sopa de “Imaginação”, ela ganhou vida, foi iluminada;deu ou recebeu energia , ainda que dela mesma refletida em um espelho. Então, essa energia experimentada, percebida ou vivenciada, ganhou um significado.  Pelo sentir, pelo pensar, pela a percepção e sensação na satisfação, relacionando-se então com o prazer.
Até aí tudo certo em relação ao prazer, mas pensando sobre os instintos mais prmitivos, como a satisfação da fome.
 Num tempo mais primitivo a s atisfação se ligaria ao prazer, ou seria ligada por um estímulo da dor. Então primitivamente teríamos a dor e o prazer como reações de efeito ao sentimentos nos instintos.
Se estes instintos também recebem a resposta desse efeito, ou seja, o instinto impulsiona um desejo para nos mover e, por causa e efeito, a satisfação desse desejo responde aos intintos, reagindo ao movimento. E nesse leva e traz de energia ou informação, o que aconteria com os instintos, numa centrífuga de Tempo? Não poderia transformá-los?

A consciÊncia que vamos formando a partir da percepção e experiência do amor reflete no inconsciente. Pois o movimento é vai e volta, ação e reação, é cíclico.

Como não desejar algo que excita a alma e se expande ao corpo numa forma de prazer que alucina? Experimentar e desejar novamente repetidas vezes, acionar o instinto nessa vontade de satisfação, do desejo pelo prazer. Então, como ficariam nossos Impulsos, feitos daquela salada de dor e prazer, com pitadas daquilo que sabemos e nos tornamos? 

Assim o universo devolve as realidades criadas com o apelo dos sentidos em imagens que refletem a luz desses impulsos, que formariam um grande sol feito e formando a si mesmo. E essa massa de energia em torno de si mesmo,  criada por pixels de sincronicidade, fazendo você associar com si mesmo, pelos instintos primitivos e seus desdobramentos, pela busca da satisfação.
Até que ponto, aquilo que somos e o amor, no seu significado, afetaria ou transformaria a fonte dos desejos, ou os instintos mais arcaicos?
Se somos repetitivos nessa vontade de satisfação pela fome, isso nos levaria ao amor,  pela vontade de autopreservação. Pois,  se queremos sobreviver para viver mais, é por amor. E tendo o prazer como uma energia associada à satisfação desse desejo por força do amor , por que esse desejo cruzado a outros, não poderia sofrer mutações ou transformações? Ampliando ou reduzindo a potencialidade de nossos impulsos, por uma simples organização diferente, um holograma diferente.
 E se  o desejo, no cíclico com a consciência, captando, sentindo, experimentando realidades pelos sentidos, não apontaria impulsos em direções diferentes, ou em sentido das percepções nessa reflexão de luz, e não se empreitariam numa aventura louca, fora do comum, para seguir aquilo como ele se vê, pelo desejo de sobreviver, refletindo-se e vendo-se  para perceber sua vida ou sobrevida. 
Isso é que leva muita gente a distúrbios, esse samba todo coordenando esse compasso criador de imagens.
 Então, o que se vê tem impulsos em diversos sentidos, e uma resultante de processos, que circula entre você e a coletividade.
O que pode resultar desses processos e combinações se não mutações?
Impulsos diferenciados pela sociedade, pela combinação ou semelhança. No fundo é o mesmo instindo de satisfação, porém o significado que a satisfação ou o prazer ganham em si, ganha a diferença que nós todos temos em si.

O ser humano é constituído de três partes: Espírito, alma e corpo.
Cada parte envolve a outra, sendo o espírito a síntese das energias experimentadas, processadas e resultantes da alma. Na alma se relacionam essas energias na forma do pensamento e dos sentimentos,  no corpo estas energias se misturam a outras energias captadas pelos cinco sentidos.
No centro da alma está o nosso si mesmo, o self, que é vazio e através dele a energia do espírito se liga a alma fundindo em um corpo imaterial nossas resultantes energéticas.
Esse relacionamento de energia entre nosso espírito e alma se dar através dos chakras.  Estamos em contato o tempo todo com as energias no meio em nossa volta. A sincroncidade  atua na junção dos pontos de luz e sombra em movimento criando imagens que irradiam energia através dos seus significados e nos enviam sensações. Estes pontos que se sincronizam atraídos entre si, formam essas  imagens de significado especial. Esses pontos de energia proveniente dos pensamentos e sentimentos em movimento ao nosso redor e  que captamos em nossa relação de contato com o meio, espalham-se por todo o espaço, visível ou não, e vão unindo-se em nós mesmos,  atraídos pela energia que temos e enviamos ao universo pelo pensamento e sentimentos.
Esses pontos então se conectam entre si, nos fazem mover em acordo com nosso desejo e nossa vontade despertados nos impulsos da nossa interpretação de seus significados e das sensações que nos causam.
A sincronicidade está em toda parte, é através dela que Deus age em nossa vida e também nos faz experimentar nossos carmas e seguir nossos destinos. Pois a sincronicidade é resultado desse movimento de interção de todas essas energias, ocasionando reações do meio em relação as energias que emanamos do nosso ser. As “coincidências significativas” são ocasionadas pelas energias de atração produzidas por esses pontos de energia unidos em imagens que não percebemos com a razão, e sim pelas sensações e na intuição.
Os Chakras em nosso corpo funcionam como um aparelho circulatório de energia, no centro dele está o plexo solar, que movimenta toda essa energia por todo o corpo e assim mantém nosso esquilíbrio psíquico e espiritual, pois toda essa energia é processada em nossa mente e circulada pelo corpo.
A libido é como um receptor e canalizador da energia na terra, através dela recebemos energia, essa energia recebida em nossa alma é transmitida ao espírito através do nosso centro regulador,  que pode ser chamado de self. Em nosso self, a energia dos opostos,  a dualidade de nosso ser, funde-se ou se homogeiniza, criando a energia resultante do nosso espírito.
O amor é uma energia que se processa na alma, e esse amor é distribuído em nossos chakras em conteúdos diferentes, como se fossem fôrmas.
Todos os sentimentos que envolvem o amor:  a bondade, a caridade, a generosidade, a compaixão, etc… São distribuídos em seus conteúdos correspondentes em nossos chakras, ou seja, a síntese destes conteúdos se dar na forma do amor para nossa alma, porém se distribuem em conteúdos diferentes de energia para nosso espírito.  Essa distribuição é feita pelo chakra do Plexo solar.  Existem mais seis chakras dentre os principais.  Entre eles, também importante, está o chakra do terceiro olho. O terceiro olho localizado na cabeça, entre os dois olhos consegue perceber  imagens criadas pela sincronicidade  e que são impercepetíveis aos olhos, essas imagens capatadas por este chakra é que nos faz ter sensações não percebidas pelos cinco sentidos, ou seja, são imagens que não percebemos com nossa visão comum, porém são percebidas nos causando sensações e despertando a intuição.  Enquanto nossos dois olhos da visão captam somente as imagens em contato pelo ego, ou do meio físico, o terceiro olho consegue enxergar imagens invisíveis aos olhos, percebidas através das  sensações, e somente criadas pela sincroncidade dos pontos que se coincidem, se atraem entre si e formam as imagens significativas, que nos trazem a luz da verdade sobre tudo que está oculto para nossos cinco sentidos. Essas imagens  são lançadas em nosso inconsciente, por isso a movimentação de energia e os processos psíquicos acontecem o tempo todo em nosso ser, mesmo sem a consciência de que eles estão acontecendo.

A Psique humana é como sua casa. No  inconsciente estão os cômodos sem luz, onde você não enxerga o conteúdo, e assim como na sua casa, tem seu quarto,  na pisque tem seu inconsciente individual. O inconsciente coletivo, são as partes da casa onde você divide com outras pessoas, por exemplo, na sua casa existe a sala onde você recebe visitas, diferente do seu quarto, que é um local íntimo e particular. Levar a luz a sua casa, começa pelo seu quarto, é o primeiro local que deve ser iluminado da sua casa, pois é nesse local íntimo e particular onde você começa a conhecer a si mesmo.
No seu quarto a lâmpada que está apagada e que começa acender é a sua consciência, pois na realidade a primeira consciência que formamos, portanto inferior, é a consciência ligada ao Ego, ao físico e a percepção do meio físico em nossa volta. A consciência superior vamos construindo e formando a medida que vamos nos desenvolvendo, criando uma consciência sobre nós mesmos, não só sobre o meio físico fora de nós, não só sobre nosso Ego, e nossos desejos egoístas, mas uma consciência formada a partir de uma visão sobre o Todo, no qual você faz parte. E nesse todo, se inclui Deus, pois Deus é Uno, é união, é integração de si mesmo ao Todo.

No seu quarto, ou no seu inconsciente individual está a libido. Por isso, a consciência que você vai adiquirindo, e a mesma que vai iluminando seu quarto e posteriormente os outros cômodos da sua casa está totalmente relacionada ao amor.

O amor nos dar luz e essa luz se amplia a medida que vamos sublimando o amor, se amamos a Deus acima de tudo, esse amor passa a ser sublimado.
A libido carrega nossa energia sexual, nossos desejos, que são impulsionados  pelo pensamento, consciente,  formado a partir da consciência que vamos adiquirindo sobre nós mesmos, ou impulsionados pelo amor inconsciente, que se manifesta nos desejos sexuais instintivos, ligados ao Ego e ao físico.
A luz sobre nós mesmos vai se tornando mais clara quando caminhamos relfetindo sobre o amor em nós mesmos, e essa reflexão vai nos gerando um pensamento e uma consciência sobre nossa alma e sobre nossa espiritualidade. Essa reflexão sobre o amor em nós mesmos nos faz enxergar a si mesmos, ou seja, vai iluminando nosso quarto, dando-nos consciência sobre quem somos e o amor que temos e o que queremos ter.

Por exemplo, se você sente amor por alguém, do sexo oposto ou não, devemos refletir sobre esse amor que sentimos, será que esse alguém me enxerga como eu sou? Será que esse alguém me ama como eu quero ser amado? Será que esse alguém conhece o amor de Deus? Se conhece o amor de Deus, o que esse alguém pensa sobre Ele? O que esse alguém pensa sobre si mesmo? O que esse alguém pensa sobre a vida? Essa relfexão sobre si mesmo do amor que se sente, ajuda a cada um descobrir a si mesmo e a enxergar a si mesmo.
O amor que  temos deve ser sempre em primeiro lugar a Deus, pois entregamos a Ele nossos desejos, nossos sonhos, em segundo, o amor deve ser a nós mesmos em igualdade aos nossos filhos, dessa forma nos valorizamos e recebemos a luz do amor criando uma consciência superior sobre si mesmos, e assim iluminamos toda nossa alma, nossa casa.
Por esse caminho,  sempre iremos encontrar um amor que nos corresponde, sempre conseguiremos enxergar a si mesmos e consequentemente enxergar o outro como ele é em si mesmo, e podendo enxergar o outro sempre iremos nos unir e relacionar com pessoas que nos corresponde, que corresponde ao nosso amor, estaremos sempre iluminados pelo amor de Deus, pois o amor de Deus carrega em si os valores espirituais, e assim estaremos nos conectando com nosso espírito, desenvolvendo nossa consciência e deixando nossa casa cada vez mais iluminada pelo amor verdadeiro totalmente conectado a Deus, através do seu espírito, ou da espiritualidade que você adiquire independente de qualquer religião.
A libido é uma expressão do amor puramente físico, por isso a atração física estimula a libido ao desejo sexual, porém se conectamos nossa libido ao pensamento, deixamos que a consciência de cada um nos estimule o amor, a libido será estimulada não mais por questões físicas, mas pelo conjunto: da consciência na forma do pensamento construído pela relfexão do amor em si mesmos, e pelo amor correspondente ao nosso, esse que sentimos em nós mesmos. Dessa forma, podemos viver o amor como sonhamos viver o amor, seja Ele se doando aos outros, ou com uma alma gêmea, pois assim facilmente se poderá reconhecer no outro a correspondência de pensamento e sentimento, a complementação, como deve ser o amor de duas almas gêmeas.

Alquimia: Quiron

Quiron é um símbolo do  processo de individuação. Era um Deus da mitologia grega que tinha sua forma, metade inferior cavalo e a superior humana.
Se analisarmos Quiron, ele é um símbolo da verdade na alquimia. O que está acima é igual ao que está abaixo, abaixo Quiron representa os instintos, por sua metade cavalo, o inconsciente, acima sua metade humana, ou seja, o que está acima é igual ao que está abaixo.

Isso significa que abaixo, os instintos, o movimento, nas quatro patas de cavalo e suas asas, o inconsciente, como nascemos. Acima a psique, igual ao que está abaixo, como um espelho que vai refletindo o que está abaixo, e a medida que nos movimentamos na formação de nossa consciência e nossa individualidade, o que está acima vai também se tornando igual ao que está abaixo.
O movimento de Quiron está totalmente relacionado ao inconsciente, pois está na sua parte inferior. O cavalo representa a libido em seu movimento ordenado pelo self, nas suas asas. O amor ordena a libido, pois é o amor que dar asas, pois as asas são características de Eros.  Quanto mais este amor se torna puro, próximo ao divino, altruísta, mais a libido recebe o pulso para um movimento psíquico ordenado pelo self, sendo assim, com a totalidade tendo o self como centro, o que está acima, a psique se torna uma unidade individualizada, ou seja, abaixo o inconsciente sob o comando do self, acima a totalidade psíquica, a individualização finalizada,  na consciência.
O self como centro ordenador psíquico realiza o movimento em direção a totalidade individual, quando esta totalidade é alcançada, o self e o Ego não mais se diferenciam, tornam-se unidos sob o comando do self, formando uma individualidade, uma personalidade. Este conteúdo individual, formado neste processo,  torna igual o que está abaixo e o que está acima, assim em Quiron sua parte humana, a psique carrega em si a totalidade individual do eu, de cada personalidade.

O amor é uma energia de movimento, pulsiona a libido, move os instintos humanos, e todos os instintos, sem exceção.
Os instintos humanos foram desdobrados em muitos, porém eles são estimulados por um único impulso, o amor.

Pegando alguns desses intintos veremos: desejo sexual, sobrevivência, competição, agressividade e a busca pelo conhecimento. Estes são exemplos citados por alguns como a base dos instintos humanos. A sobrevivência, a competição e a agressividade por exemplo são impulsos do amor por si mesmo, a competição e agressividade por uma autoafirmação ou autopreservação, um impulso do amor para si mesmo, o que deixa implícito uma tendência da psique a uma individuação.
A busca pelo conhecimento é um impulso do amor no sentido espiritual, ou seja, é o nosso impulso também do amor por si mesmo, porém não somente voltado para si, pois alcançar o conhecimento é deixá-lo para a humanidade, dando a ela mais consciência, portanto, a busca do conhecimento é  a nossa ligação com o divino, pois o conhecimento é uma forma de dominação, de poder. Amor e poder, um a sombra do outro, porém ambos semelhantes, pois o Amor divino leva a uma consciência superior, trazendo o poder do conhecimento e da palavra, e as duas grandezas, amor e poder, unidos são a totalidade do espírito, pois ambos não se excluem quando existe entre os dois a justiça. E assim, estas grandezas, amor, poder e justiça, formam o conteúdo do espírito, a forma que carrega a imagem e semelhança de Deus, nosso Deus interior.

Ao nascermos somos uma totalidade em nosso self, no seu estado primordial, o vazio. Este vazio, é nosso si mesmo, por isso nascemos totalmente inconscientes. Durante o nosso desenvolvimento como indivíduos vamos formando a consciência, a partir da percepção da realidade e da materialidade.
A percepção da realidade está relacionada na consciência a energia do Amor, que é a energia que pulsiona a libido em nosso movimento psíquico. A percepção de materialidade está relacionada aos desejos do Ego.
Por isso materialidade é uma satisfação do Ego.
A realidade é uma construção da consciência x inconsciente.  Se esta consciência for desenvolvida com base nos desejos egoístas, mais a percepção da realidade estará ligada à matéria, e menos ao Espírito. Porém, se esta consciência for construída com base no Amor sublimado, no Amor altruísta, mais a noção de realidade estará ligada ao Espírito, dessa forma o self é que estará no comando do movimento psíquico.
Na estruturação da psique, o inconsciente individual é apenas o nosso self em seu estado primordial, o vazio, em seu movimento circular, em si mesmo, ao mesmo Tempo que vamos construindo nossa consciência, por reflexão,  vai se espelhando nessa consciência o conteúdo do inconsciente e vice-versa.
Nessa mistura de conteúdos, em que vai se estrurando a nossa Psique, tem-se então a forma individual e em sua órbita circular as formas pré-existentes e vazias, os arquétipos, que são conteúdos do inconsciente coletivo. Assim se estrutura a psique inconsciente, num estado primordial, ainda sem os conteúdos reprimidos :  o inconsciente individual, com o self em seu conteúdo;  o primeiro círculo orbitário, em volta do centro, o inconsciente coletivo.
Em nosso desenvolvimento, simultaneamente, a consciência vai se formando, através da percepção de realidade,  pulsionada pelo amor, e de materialidade, pulsionada pelos desejos, ambas as pulsões são recebidas na libido, processadas e distribuídas às suas formas correspondentes: O amor sublimado vai para a forma (arquétipo) do self, como também o pensamento que vai se formando no sentido, a partir da percepção de realidade e existência, criando assim, o conteúdo dual do self, a forma individual pensamento e sentimento. Esse conteúdo dual, do centro, sempre será representado por imagens simbólicas como um casal divino; um Rei e uma Rainha;  uma pedra, uma Flor; etc…
Nessa distribuição para formação da Psique, a percepção de materialidade, assim como a matéria espessa, pesada, resultante da experiência individual da relação pessoal com o amor, vai criando na consciência o oposto do self, formando então a sua projeção, seu oposto, o Ego. Assim, se tem a primeira estrutura básica da Psique: Inconsciente com o centro no self; consciência com o centro no Ego.
Durante esse processo de formação da Psique, nossas experiências individuais, a consciência sobre o amor e os conteúdos reprimidos pela consciÊncia vão formando também, na linha entre Self e Ego, o ânimus, para a mulher, a anima, para o homem,  a sombra e a persona na extremidade próxima ao Ego. Na verdade, todas estas formas, são arquétipas. A persona está para o Ego, assim como a Sombra está para o self.
O animus está para a mulher como se esta fosse sua forma para o conteúdo masculino correspondente à sua personalidade. A mesma coisa é a ânima para o homem. E são estas formas arquétipas do inconsciente, que são formas para o amor, por isso são formas do sexo oposto de cada um, que serão seus veículos no caminho de volta até  seu Self.

Em nossa vida, e nossas experiências, nosso Eu,  torna-se uma mistura de todos os conteúdos contidos nestas formas arquétipas, o processo de individuação é o nosso movimento de contração, como a reação ao nosso movimento expansivo de consciência, ou seja, para nosso movimento de ação consciente no Tempo linear, gera uma reação de contração inconsciente no Tempo circulatório, por isso o processo de individuação acontece o tempo todo em nossa Psique, mesmo que involuntariamente.  É então, o processo de separação dos conteúdos em cada uma das suas formas, para depois unir numa forma única, um conteúdo individual único, criando o Eu.  E este “Eu”  ficará contido no arquétipo central do inconsciente, no si mesmo, no self.    É esta individualidade, o Eu, que será conservada em toda sua existência ao longo da sua vida, e mesmo após a morte.

No princípio de toda criação está o conteúdo, sendo este conteúdo o vazio. O vazio como no início do universo, o “caos”. Na verdade, este vazio primordial reflete Deus, pois se na cosmogonia no princípio era Deus, sem forma, o vazio absoluto, assim é em nossa alma quando nascemos.  Nascemos totalmente inconscientes, nossa alma é este vazio, somos si mesmos, nosso self, nesse estado primordial.
Na primeira lei da Tábua de Esmeralda, que fundamenta a Alquimia, diz: O que está acima, é igual o que está abaixo, e o que está abaixo é o mesmo que está cima. Ou seja, o vazio na alma, reflete Deus no seu estado primordial, sem forma e seu conteúdo é o vazio.  E esse vazio tenderá a uma forma circular, pois o Tempo, que é o inconsciente, se movimenta em círculos, alternando os dois pólos da dualidade, dia e noite, consciência e inconsciência. Por isso a forma do self é a circular, como representa a  mandala.
Do vazio, do caos, surge a luz, a consciência, onde esta consciência que passamos a formar está totalmente ligada ou condicionada ao amor que vamos adiquirindo ao longo da vida,  dos pais, e das pessoas que nos relacionamos. Esta consciência não é fixada ao ego, ou seja, não é o ego que dará à consciência o sentido de realidade, mas só apenas de materialidade. O amor que é a luz que move o espírito, a alma,  é que nos dar sentido, porém a qualidade ou a consciência que vamos recebendo e adiquirindo, influenciará diretamente com a nossa identificação e percepção de realidade, pois é nesta consciência onde nosso ego estará projetado e é através do ego que percebemos o meio. Ou seja, dependendo da consciência construída em nosso movimento, que é impulsionado pelo amor, nosso sentido será uma percepção mais orientada pelo Self se nosso Ego estiver livre de qualquer conteúdo espesso, sólido, pesado, conteúdo esse que vamos depositando das nossas experiências individuais ao longo da vida, das relações de amor, e da forma como vamos absorvendo o sofrimento, as nossas dores, frustrações, etc…
O ego surge como um reflexo do círculo vazio do inconsciente, um reflexo do self, porém na forma condensada, pois carrega em si o material, a substância espessa das nossas experiências.
A medida que vamos adiquirindo a consciência,  recebendo a luz do amor, nos dando sentido e movimento, tendo nossas experiências, passamos a desenvolver esta consciência, o que é sublimado pelo amor vai preenchendo o vazio, nosso self, esta é outra lei da Tábua de Esmeralda, a Lei da adaptação. Por adaptação, o conteúdo sublimado pelo amor vai sendo depositado em nosso self, enquanto o conteúdo pesado, espesso, se deposita no inconsciente na linha de projeção do self até o seu pólo correspondente, que é o Ego, assim se forma o ego. Daí criamos em nosso inconsciente a sombra, e os conteúdos reprimidos no inconsciente individual. Mas isso fica para outro texto.
Assim, nossa psique começa a ganhar sua forma estrutural, inconsciente-self, consciência-ego. Onde estas estruturas assemellham-se a células, cada uma com seu núcleo e uma sobreposta a outra. A consciência abaixo, tendo o núcleo o ego. O inconsciente acima, tendo núcleo o self. É nisto que consiste o mais importante princípio alquímico, o céu acima, reflete no inconsciente, que reflete na consciência, assim  o que está abaixo sempre refletindo o que está acima.
O processo de individuação acontece o tempo todo em nossa psique, nesse processo de mistura e separação de substâncias. Ele é de fudamental importância, pois ele é quem coloca o self como ordenador de todo nosso movimento psíquico,  dando a nossa percepção um sentido individual e também nos dando a espiritualidade,  nos colocando dentro da nossa realidade individual como um ser espiritual, e não só isso, mas também, sob o comando de nosso self, nossa alma processa, absorve e sublima de maneira espontânea, tudo que é espesso e pesado em nossa experiência.
Naquele vazio primordial do self, existe num estado latente, nesse conteúdo vazio, duas tendências opostas, duas grandezas opostas, pois a dualidade está no self, assim como Deus é a união de opostos, isso porque a unidade, o Uno, é a união de opostos, que se anulam e por isso o vazio siginifica a nulidade,  e  se usa muitas vezes  o termo “o nada”, para se referir a este vazio primordial: “No princípio era o nada…” Mas essa nulidade, para uma psique totalizada, leva o conteúdo de cada um até seu self, ou seja, quando se chega ao self, o homem que é  guiado pela sua ânima, que representa o amor, por isso ânima, porque é um arquétipo do sexo oposto, assim como o animus para a mulher, no self, se tem o arquétipo do amor, então ao final da individuação temos a  si mesmo e um arquétipo do amor. Para o homem se tem a sua individualidade masculina e o arquétipo do amor, na forma da sua ânima. Para a mulher, a mesma coisa, com seu ânimus.  Esse arquétipo do amor, é o amor divino, espiritual, que é o amor no self, por ser ele a imagem e semelhança de Deus, porém esse arquétipo, essa forma será preenchida por um conteúdo correspondente a natureza de cada um, ou por um amor de almas, ou pelo amor puramente divino, espiritual, ou ele também poderá servir como um recipiente para conteúdos espirituais dando ao indivíduo aquilo que se chama de mediunidade, isso depende da natureza de cada um, e da consciência adiquirida de cada um. Nesse estado de totalidade, tanto o homem, como a mulher podem reconhecer de forma segura, sua “cara-metade”, ou sua alma gêmea, sem projetar no outro a si mesmos, pois conhecendo totalmente a si mesmo, ou estando centrado em seu self, o indivíduo tem em si um arquétipo do amor, uma forma, que poderá ser preenchida com um conteúdo identificado no sexo oposto, reconhecendo no outro seu complemento,  seu parceiro ideal.  Conhecendo a si mesmo, duas almas podem se misturar sem se perderem em conteúdos uma da outra.
Quando vamos adiquirindo consciência, este conteúdo da consciência vai se misturando ao inconsciente, em quatro estações, e por decantação e adaptação vai distribuindo cada conteúdo àquilo que lhe corresponde, porém enquanto que essa ordenação feita pelo self distribui tudo de maneira equilibrada , pelo ego vai causando o desiquilíbrio e deixando resíduos no inconsciente individual, impedindo cada vez mais a chegada ao self, ou a incidência da sua luz na consciência. O processo de indivuduação é este processo onde separamos para unir, ou seja, a nossa psique vai se transformando numa mistura de conteúdos, e com o processo de individuação separamos estes conteúdos, reconhecendo suas naturezas, suas propriedades para distribuí-los, transmutá-los e ao final criarmos uma forma única e individual em si mesmos, a nossa individualidade, ou a totalidade da psique.

Em outro texto falarei com mais detalhes deste processo de mistura, separação, decantação e sublimação finalizando nosso self, a nossa forma e conteúdo individuais, a que se chama processo de individuação.

O simbolismo da maçã é a libido. Tanto na história bíblica de Adão e Eva, quanto nos contos de Fada, onde a maçã aparece, como na história da Branca de Neve. Já no conto da Cinderela ela aparece na imagem simbólica da Abóbora, que é transformada na carruagem.
Na História bíblica Eva morde a maçã e em seguida Adão, por isso ambos são expulsos do paraíso.  A maçã é tida como o fruto que representa o pecado, por isso Deus proíbe ambos de comerem deste fruto. Eva representa o feminino, o sentimento, e Adão o masculino, o pensamento.  A maçã, assim como a Libido guarda o segredo de toda a divindade contida em nós, porque ela é quem nos desperta para nós mesmos através do movimento. Ao morder a maçã,  Eva e depois Adão, significa que todo o desejo é despertado, não só o sexual, impulsionado pelo feminino em nós, o sentimento, mas o desejo de forma geral, também no sentido do pensamento, representado por Adão, o desejo do conhecimento, do desvendar os mistérios sobre o divino, que está contido em si mesmo, ou seja, o desejo na descoberta de si mesmos, portanto a maçã carrega o significado do desejo, mas o desejo na forma de movimento, do mover-se por um desejo, que pode ser qualquer um, ou seja, o desejo de autorealização, o desejo sexual, o desejo de realizar sonhos, o desejo de satisfação, etc…porque esse desejo está contido no sentir, mas ganha forma no pensar.  Deus expulsa ambos do paraíso, pois significa que ambos possuindo a divindade em si mesmos não poderiam co-existir juntamente a Deus. Se Deus é masculino e feminino, Adão e Eva passariam então a competir com Deus em poder, em vontade.  A história poderia ser explicada da seguinte forma, antes era DEus, Adão e Eva “unidos” no paraíso, ao morder o fruto proibído Deus separa ambos para torná-los mais fracos, como é também o mito do Andrógido escrito por Platão.   No conto da Branca de Neve, ela adormece, em sono profundo, depois de morder a maçã, ou seja, ela fica totalmente inconsciente, sendo despertada pelo amor, mas o amor inconsciente, contido em si mesma, já que ela se encontra em sono profundo, inconsciente.   Já no conto da Cinderela, a abóbora tem o mesmo simbolismo da libido, porém expressando um outro significado e função da libido. A libido recebe a energia do amor para o movimento, por isso a carruagem, assim como a abóbora, a libido compreendida num movimento para um puro desejo sexual cria faces de ânimas, para o homem, e de ânimus, para as mulheres, exatamente como os “gomos” numa abóbora, e assim nestes muitos dentro de nós mesmos, não conseguimos enxergar a si mesmos. Ao se compreender o amor como uma energia impulsionando a libido para o movimento, esta cria a consciência de cada um sobre o amor e esta consciência também está representada na imagem do carro, da carruagem, que é quem leva Cinderela ao encontro do seu verdadeiro amor.
Quando encontramos alguém que nos desperta o interesse, um sentimento de amor, antes de mais nada devemos entender o que este amor está querendo nos mostrar, o que esse movimento em direção a este alguém está querendo nos revelar sobre nós mesmos. Só se pode achar o amor verdadeiro depois de estarmos completos em si mesmos.
Tanto Adão, como Eva já possuiam o amor divino em si mesmos, mesmo que oculto,  pois então não seriam eles criações de Deus. Então, ao morder a maçã, eles não só despertam o desejo sexual em si mesmos, mas o desejo no conhecimento, pelo pensamento, representado pelo masculino Adão, por isso o amor é energia de movimento no saber sobre nós mesmos, porque traz a compreensão do divino e todos os mistérios que nos envolvem.  Morder a maçã, seria como o impulso de Psique no seu mito, ao abrir a caixa que lhe fez entrar em sono profundo, seria também como no mito de Pandora.  A caixa, a maçã, e a abóbora são imagens simbólicas para definir a libido em suas funções psíquicas e os mistérios que a envolvem na alma  humana.

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