Considerações

Não sei se é uma impressão errada, mas a ciência parece estar mais preocupada, nessa busca por uma teoria unificadora de tudo, em achar fórmulas, medir, contar, desenhar como o universo realmente é. Eu não acho que isso seja tão importante, nem que seja possível, porque só alguém que estivesse olhando de fora da matéria poderia afirmar isso com toda certeza, e ainda nem assim pode não ser possível. O mais importante é imaginar que o universo tem uma imagem dual. Podemos imaginar essa dualidade como onda e partícula, onda e partícula ou uma molécula de DNA e uma célula, um círculo e espiral.
Não entendo porque não se observa a alma humana para compreender o universo, parece tão óbvio que o universo e alma são como pai e filho. Talvez os físicos sejam tão físicos que temem as almas. Talvez seja o medo de desvelar a sua própria alma, porque eles precisariam estudar a si próprios. Não é o medo de alma, mas o medo de seus próprios fantasmas.

Entender o funcionamento, o processo e as relações, isso eu acredito ser o mais importante, conhecer que energias não-físicas nos influenciam e nos transformam, nos conduzindo no nosso trajeto.

Essencialmente, existem dois mundos, um físico e um não-físico, e tudo, absolutamente tudo se encaixa nessa divisão.

Corpo e espírito, a razão e emoção, pensamento e sentimento, consciente e inconsciente.

O pensamento não é feito de matéria, porém é percebível, pode-se dizer exatamente o que se está pensando, enquanto que os sentimentos não são assim, é difícil saber exatamente o que se sente, ou definir um sentimento. Da mesma forma a consciência e o inconsciente, a consciência é evidente, o inconsciente é obscuro, não temos como defini-lo ou ver com clareza o seu conteúdo.

A definição de físico e não-físico é ampla, por traz destas palavras e seus conceitos, estão em essência um par oposto e complementar. Como a imagem no espelho. Exatamente como o inconsciente se comunica com a consciência, através das imagens.

Em algum momento a nossa consciência caminha em direção ao núcleo centralizador do inconsciente, Deus, ou nosso Deus, e em algum momento da nossa existência acontece o eclipse, onde nossa consciência abrange todo o núcleo centralizador.

E o tempo é o agente nesse processo utilizando uma energia de movimento, que para mim, se chama Amor.

O universo, assim como nós, se assemelha aquela máquina onde se faz vasos de cerâmica ou barro, que giram enquanto As mãos moldam o vaso. Nós (ou o universo) somos o barro, a máquina é o amor que gira e movimenta e as mãos é o Tempo, o tempo resultante do tempo individual e do tempo universal ou externo a nós.
Mas na prática o que acontece é que o barro não obedece as duas mãos do tempo e nem sempre a energia que movimenta a máquina é o amor, então o que acontece com o vaso são os descaminhos na estrutura.

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