O grande Erro da Psicologia moderna

A Psicologia moderna por não integrar a idéia da espiritualidade torna o ser humano um animal, tão primata quanto os macacos.  Torna o amor verdadeiro algo inalcançável e banal. Torna o amor altruísta uma lenda de contos de Fadas, quando na verdade este amor é a porta para a evolução do ser humano.

O amor segue um instinto na Psique, mas o Instinto coletivo, o instinto da realização do bem comum, para si próprio e para o outro.  Alimentar o amor puramente no prazer, torna nosso inconsciente cheio de sombras, obscuro, causando medo, e levando à ignorância do verdadeiro papel do inconsciente, que é tornar a totalidade de um Indivíduo.

O espírito é o self, é o centro do inconsciente, se o ignoramos estamos ignorando o verdadeiro amor. Por isso, a felicidade se torna algo fantasioso para o homem, o amor também, porque na sua Pisque só a libido concentra a idéia de amor. Assim, o amor se torna sombras poluindo a imagem do inconsciente.

Jesus Cristo não foi Deus, foi um Homem, como qualquer Homem, mas aprendeu sobre o amor,  por isso alcançou o poder da palavra (da consciência), e por ter o Amor e o Poder, foi um homem justo.
Mas ele foi um Homem. Como qualquer homem.

Alimentamos o amor na libido e passamos a enxergar o amor cheio de sombras, olhamos para a imagem de Jesus ou Buda, ou qualquer espírito elevado em seu self, como sendo uma sombra de nós mesmos. Vendo através da sombra ninguém enxerga a si mesmo, e alimenta-se a idéia de que estes homens foram deuses, em um estado inalcançável para nós humanos. Mas nós somos humanos e eles também foram.

O amor do inconsciente é um Amor altruísta, o amor no escuro, sem espera de troca, e só esse amor é capaz de dá a totalidade de um indivíduo, pois esse amor une a psique inconsciente em si mesmo, e une a psique consciente em si própria, e só esse amor une as duas na totalidade do psiquismo humano.

Só este amor é capaz de nos dá  a inação e o Tempo de observação do outro, para assim encontrar a sincronicidade com ele, com seu Tempo,  e perceber o que é o bem para o outro, que pode não ser o mesmo bem que você enxerga em si prórprio.

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