Deus com ciência

A ciência não sabe, mas todos seus esforços vão no sentido de provar o que muita gente já sabe: Deus existe. A grande questão é, de que forma? No Oriente, tem-se a ideia do Tao, que entende-se como Deus, que por definição, já se diz “o que não se define”. E essa negação é o que move algumas pessoas, que se sentem desafiadas a defini-lo, movidas pela curiosidade e o desejo de saber, então levam a uma investigação científica, para novas descobertas que comprovem ou não a existência de Deus. Mas esta questão, até hoje, ninguém resolveu: Qual a definição de Deus? A descoberta recente da “partícula de Deus”,  Teoria na qual se afirma a existência de uma “partícula essencial” na composição do universo, que foi batizada com o nome de Bóson de Higgs, e apelidada com o nome de “partícula de Deus”, mostra a ciência numa tendência que mistura questões existenciais, que dizem respeito à verdade que nos envolve, tipo: Quem somos? Deus existe? E este movimento da ciência, que vem desde o advento da mecânica quântica, vem unindo espiritualidade e ciência, refletindo o que já é percebível intuitivamente, há muito tempo,  mas que sempre esteve envolto de grandes mistérios ou misticismo. O que descobriremos afinal?
Certo é que Deus, e tudo que envolve sua compreensão, está muito mais cercado de crenças religiosas e misticismo, do que da ciência propriamente dita, porque até ontem a ciência negava a possibilidade da existência de Deus. Mas, ao que parece, isso já vem mudando. A forma como o definimos diz muito sobre nossa estrutura de crenças, e estas implicam, inexoravelmente, em todos nossos movimentos, nossas ações, e a forma como lidamos, nas relações com outros e o mundo.  Deus é o arquétipo central,  do amor, e isso é o grande impulso da nossa humanidade, da nossa consciência, e finalmente, da nossa realidade.

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